Museu da Água
Inaugurado a 1 de outubro de 1987, foi galardoado com o Prémio de Museu do Conselho da Europa em 1990. Este Museu abrange 4 núcleos: Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos Inaugurada em 1880, permitiu alargar o abastecimento de água às zonas mais altas de Lisboa. Este espaço mantém intacto o ambiente característico de uma instalação industrial do século XIX, onde se destacam as 4 máquinas a vapor oriundas das Oficinas de E. W. Windsor de Ruão e que funcionaram até 1924. A Sala de Exposição Permanente, a Sala de Exposições Temporárias e o Arquivo Histórico, através de documentos, objetos e fotografias, dão-nos conhecer a problemática da água e a história do abastecimento de água a Lisboa. Rua Alviela, 12 Aqueduto das Águas Livres Mandado construir por D. João V, as obras iniciaram-se em 1731 dirigidas por Manuel da Maia e Custódio Vieira. O Aqueduto é uma das mais notáveis obras de sempre da engenharia hidráulica e a sua extensão total , incluindo todos os seus ramais, é de 58.135 metros. Calçada da Quintinha Mãe d'Água das Amoreiras O Reservatório da Mãe d'Água, concluído em 1834, foi concebido pelo arquiteto húngaro Carlos Mardel. A sua construção teve como objetivo receber e distribuir as águas aduzidas pelo Aqueduto das Águas Livres. No Interior destaca-se a cascata, a Arca d'Água e a Casa do Registo. Este espaço é atualmente utilizado para a realização de eventos culturais, nomeadamente exposições, concertos, bailado e teatro. Jardim das Amoreiras, 10 Reservatório da Patriarcal Construído entre 1860 e 1864, para servir a rede de distribuição de água da zona baixa da cidade, foi projetado pelo arquiteto francês Mary. A sua localização, no subsolo, e ambiência levaram a um projeto de recuperação de modo a ser visitado e utilizado para a realização de atividades culturais. Jardim do Príncipe Real
Rua do Alviela, 12,